sábado, 13 de novembro de 2010

SEMINÁRIO ALUSIVO AO DIA DO CONSELHEIRO TUTELAR

A Secretaria Estadual de Justiça e do Desenvolvimento Social, através do Departamento de Cidadania e Direitos Humanos está promovendo:

SEMINÁRIO ALUSIVO AO DIA DO CONSELHEIRO TUTELAR

Data: 26/11/2010
Local: Auditório do Ministério Público - Porto Alegre

PROGRAMAÇÃO
8h30 - 9h - Credenciamento
9h - Abertura - Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social
9h30 - 11h - Palestra Magna
11h - 11h30 - Debate
11h30 - 12h - Apresentação SIPIA CT
12h - 13h30 - Almoço
13h30 - 14h15 - Painel: Atribuições do Conselheiro Tutelar
14h15 - 15h30 - Mesa Redonda: Aspectos Legais do Conselho Tutelar e sua Estrutura Administrativa
15h30 - 15h45 - Debate
15h45 - 17h - Mesa Redonda: Discussão do Projeto de Lei Nº 278 de 2009
17h - 17h30 - Debate
17h30 - 18 - Encerramento e entrega dos certificados.
Seminário terá entrada franca com inscrições no local, limitado a capacitadade do auditório.

21h - Jantar Baile em Comemoração ao Dia do Conselheiro Tutelar.

Local: Ginástica São João Navegantes.
Av. Presidente Franklin Roosevelt, 148 - Bairro Navegantes - POA
Música ao vivo: Conjunto Conquista
Valor R$ 25,00 (por pessoa)
Compra de ingressos com a Coordenação dos CT de POA - Fone: 3343.0676 e 9646.7183

Rosane Uszacki
RS Tutelar
Departamento de Cidadania e Direitos Humanos - SJDS
Fone: (51) 3288.6634 Fax: (51) 3288.6643
www.sjds.rs.gov.br



Informamos que este evento é de responsabilidade de seus idealizadores.

O caráter aqui é apenas de divulgação dos mesmos.

domingo, 18 de julho de 2010

Artigo

Associação de Educadores/as Populares de Porto Alegre -
AEPPA: TRAJETÓRIA PELA BUSCA POR FORMAÇÃO
DOCENTE DAS/OS EDUCADORAS/ES POPULARES


Fernanda dos Santos Paulo
Fernandaeja@yahoo.com.br




RESUMO

O trabalho aqui apresentado resulta de um capítulo da monografia apresentada em abril de 2010 para obtenção de grau de especialista em Educação Popular: Gestão de Movimentos Sociais do Instituto Superior de Educação Ivoti e o Instituto de Desenvolvimento Social Brava Gente.
Nesse sentido, será pautado neste artigo parte do estudo realizado sobre a trajetória, desafios e historicidade das/os educadoras/es populares formadas/os nos cursos de Pedagogia das instituições: UERGS, PUC e IPA com parceria com a Associação de Educadores Populares de Porto Alegre – AEPPA, objetivando traçar a identidade profissional do/a educador/a Popular após a graduação, buscando assim identificar quais mudanças ocorreram na vida profissional dessas/es educadoras/es. Apresenta também um diálogo com as referências no campo da Educação Popular, pontuando a trajetória da formação das/os educadoras/es populares em Porto Alegre/RS, referendada pela Educação Popular, assim como aponta, brevemente o viés das políticas educacionais para a formação docente deste grupo específico. Traz a historicidade da associação, os elementos e categorias que viabilizaram o acesso e permanência dessas/es educadoras/es no Ensino Superior. Analisa documentos da AEPPA (atas, relatórios, acordos, etc.) em relação à construção de parcerias e caminhos percorridos para contemplar o contexto da Educação Popular nos currículos dos diferentes cursos de Pedagogia.


Palavras chaves: Formação de Educadores/as Populares - Política Educacional – Movimento Social - Educação Popular – Identidade - Trabalho









Artigo: educação Popular

Educadores/as Populares formados/as em Pedagogia através de um Movimento social Chamado AEPPA

Fernanda dos Santos Paulo
Fernandaeja@yahoo.com.br



RESUMO:

Neste artigo será abordado o estudo realizado sobre a trajetória, desafios e historicidade das/os educadoras/es populares formadas/os nos cursos de Pedagogia das instituições: UERGS, PUC e IPA com parceria com a Associação de Educadores Populares de Porto Alegre – AEPPA- Assim, a educação popular em diálogo com o Ensino Superior será sendo este um processo que define uma opção político-pedagógica que dialoga com as dimensões ética, estética e filosófica da educação. Será discutido o acesso das educadoras no nível superior, uma vez que este concretizou-se a partir de um movimento social. Tendo como práxis a leitura de mundo à base da construção deste projeto permeia-se por ações que desvelam a o caminho percorrido na conquista de currículos com viés epistemológico popular. Assim, um curso com foco na Educação Popular que parte do conhecimento que vem da vida prática dos/as trabalhadores/as demonstrou ser o elo de construção de novas relações frente ao processo ensino e aprendizagem. A partir das possibilidades de inovações curriculares e permitindo que a educação cumpra o seu papel libertador será discutido o quanto é possível reinventar novas pedagogias, ou seja, a educação popular sendo metodologicamente viável, necessário e urgente nas propostas de ensino superior, incluindo temas de estudo que tenham como foco a formação de Educadores/as Populares.

Palavras chaves: Formação de Educadores/as Populares - Política Educacional – Movimento Social - Educação Popular – Identidade - Trabalho

EDUCAÇÃO INFANTIL NA LOMBA DO PINHEIRO

EDUCAÇÃO INFANTIL NA LOMBA DO PINHEIRO

Fernanda dos Santos Paulo

Educação infantil: sua importância no contexto social e educacional
Educação Infantil no nosso país vem a mais de uma década em função das novas configurações familiares e legislações vigentes expandindo-se e ganhando expressão.
A expansão ou busca pela educação infantil é oriunda de muitas discussões, integrações e interpretações das definições legais sobre esta etapa da educação básica. Esses marcos têm se dado através de legislações que marcam a história da educação infantil no país, a saber:
• Constituição Federal de 1988
• Estatuto da Criança e Adolescente de 1990;
• Lei Orgânica da Assistência Social de 1993.
• Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96,
Estas leis estabelecem o direito às crianças Educação Infantil em creches e pré-escolas.
O Estatuto da Criança e do Adolescente(lei federal n° 8.069/1990), por exemplo, explicita cada um dos direitos da criança e do adolescente bem como os princípios norteadores às políticas de atendimento. É partir disto que trazemos um olhar da educação infantil para o contexto do nosso bairro. Embora compreendamos que legalmente todas as famílias, independente da classe social que ocupe, tenham o direito de demandarem por instituições de educação infantil, queremos aqui trazer a nossa realidade: as famílias mais pobres, que necessitam da oferta pública para o cuidado e a educação de seus filhos/as. O direito da família e da criança onde estão garantidos na vida concreta?
É exatamente dessas famílias que estamos falando, sem excluir as demais classes, mas queremos aqui demandar pelas crianças que estão em situação de vulnerabilidade social, das mães e pais que saem cedo de casa para uma longa jornada de trabalho com baixa remuneração. É para elas que a Educação Infantil se torna mais indispensável se queremos falar de inclusão social e de garantia de direitos.
Como técnicos da educação sabemos que a desnutrição, acidentes domésticos, mortalidade infantil estão associados a fatores como falta de atenção e cuidado na primeira infância e por estas razões apostamos na implementação e qualificação de política públicas de educação, bem como de apoio às famílias, já que a educação infantil desempenha um papel complementar e de extrema importância ao lado da família.
Na Lei Orgânica da Assistência Social, a mesma tem por objetivos “a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice”, logo, se faz urgente discutir e viabilizar políticas de enfrentamento da pobreza, a iniciar-se com o direito a uma educação de qualidade.

A Região conta com três (3) escolas de Educação infantil e quatorze (14) instituições comunitárias em funcionamento , as mesmas têm em sua estrutura diferenças no atendimento e oferta desta etapa e estás serão relatada no decorrer deste documento. O histórico temporal e pequeno histórico das instituições Comunitárias e Municipais que oferecem esta etapa estão em TEXTO anexo. As últimas mudanças na estrutura seguem abaixo:

No último ano foram inauguradas três instituições de Educação Infantil e uma creche já existente que foi conveniada (São Marcos). Das instituições inauguradas em 2009 e que já em atendimento estão:
1. Escola da Educação Infantil Portal Encantado – Lomba do Pinheiro- Quinta do Portal ;
2. Escola de Educação Infantil Planeta Mágico – Vila dos Herdeiros, Lomba do Pinheiro

Com inauguração e funcionamento destas duas instituições contamos, atualmente com 14 instituições.A Creche Comunitária Chácara das Pêras- , a única que não está em atendimento essa seria a 15ª instituição.


O contexto histórico da realidade da Educação Infantil encontra-se no anexo deste documento, onde reafirma e fundamenta a necessidade de:
1. Aumento de repasse para todas as instituições Comunitárias equiparando com o das municipais;
2. Necessidade de ampliar os recursos orçamentários para Alimentação Escolar e materiais pedagógicos, bem como para outros fins que forem necessários para a qualificação das instituições de Educação Infantis, ou seja, AUMENTO de REPASSE;
3. Garantir espaços físicos, equipamentos, brinquedos e materiais adequados nas instituições de Educação Infantil, especialmente as de cunho comunitário;
4. Assegurar a valorização das professoras /es e educadoras/es que trabalham na Educação Infantil, promovendo sua participação em Programas de Formação Inicial e continuada para professores/educadores em exercício;
5. Oferecer padrões mínimos de infra-estrutura para o funcionamento adequado das instituições de Educação Infantil;
6. Adaptar os prédios de Educação Infantil que assim necessitarem conforme os padrões de infra-estrutura estabelecidos pela SMED e leis vigentes, principalmente na questão de INCLUSÃO;
7. Expandir a oferta de vagas para garantir maior e melhor oferta para a Educação Infantil;
8. Assegurar a qualidade do atendimento em instituições de Educação Infantil (creches comunitárias).
9. Proporcionar formação adequada para educadores/as assistentes conforme a LDBEN
10. Atender a padrões mínimos de qualidade conforme prevê na legislação, mas com recurso do Município.
11. Qualificar os espaços físicos, incluindo parâmetros para assegurar higiene, segurança e conforto;
12. Garantir turmas de 1º ano em Escola Pública de Ensino Fundamental para alunos egressos da Educação Infantil;
13. Valorização e reconhecimento do/a educador/a que busca ou buscou formação conforme prevê a legislação nacional ;
14. Não terceirizar os serviços públicos de educação infantil, pois fazer o mesmo é responsabilizar a sociedade civil por aquilo que não lhe atribui.

Assim, damos ênfase a importância do acesso à educação infantil, não só para que os seus responsáveis possam ter tranqüilidade para trabalhar, mas também a favor das dimensões pedagógicas, culturais e sociais como direito da criança e da família. Assim, uma política de educação infantil pública e de qualidade também contribui para redução do desemprego na região e, conseqüentemente, condições dignas para estas.

Formatura da Pós- Graduação

Indicações de leituras

Indicações de leituras


MÉSZÁROS, István. Para Além do Capital. São Paulo. Boitempo, 2002.
PALUDO, Conceição. Educação Popular em Busca de Alternativas. Uma leitura desde o campo democrático popular. Porto Alegre.Tomo Editorial, 2001.

PAÑUELOS EN REBELDÌA. Hacia una Pedagogía Feminista. Generos y educación popular. Buenos Aires. América Libre, 2007.
TRIVIÑOS, Nibaldo Silva. A Formação do Educador como Pesquisador. Porto Alegre. Editora da UFRGS, 2003.
ARROYO, Miguel G. Qualidade na Educação. POA, Paixão de Aprender, SME, nº 9, 1995.
DELORS, Jaques. Educação: um tesouro a descobrir. Ed., 3º, SP, Cortez; DF, MEC; UNESCO, 1999.

FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e Crise do Capitalismo Real. SP, Cortez, 1995.
GONH, Maria da Glória. Teorias dos Movimentos Sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. SP, Loyola, 1997.
Betto, Frei (2000). Desafios da Educação Popular. São Paulo : CEPIS.
FREI BETTO - Diálogos criativos Domenico De Masi e Frei Betto (Sextante)
Sinopse – Os autores debatem sobre alguns dos temas da pós-modernidade do avanço tecnológico à sociedade de consumo, da educação à filosofia, da teologia à política. Com pontos de vista ora coincidentes, ora conflitantes, mas muitas vezes complementares, ambos oferecem uma explanação sobre os rumos da humanidade, questionando de que forma as escolhas do presente estão construindo o amanhã que se anuncia. Mediado pelo psicanalista e educador José Ernesto Bologna.
_________De COTIDIANO & MISTÉRIO (Olho D’Água):
Fala do processo educacional; concepção totalizante, suas dimensões(transmissão do patrimônio cultural, despertar das potencialidades espirituais, reflexão do que se vive e capacidade de modificar a realidade). Fala do papel da escola e como atua ( razão instrumenta). Traz a categoria de domesticação intelectual. Educação cartesiana – fragmentação. Ainda fala sobre educação para competitividade e o sucesso , contrário de uma educação para tecer laços de solidariedade.
Fávero, Osmar (Org.) Cultura popular e educação popular: memória dos anos 60. Rio de Janeiro: Graal, 1983.
Makarenko, Anton Semionovitc (1986). Problemas da educação escolar. Moscovo : Progresso.
Silva, Antonio Fernando Gouvêa da (2005). A busca do tema gerador na práxis da educação popular. Curitiba : Gráfica Popular/CEFURIA.

PEDAGOGIA DA LIBERTAÇÃO


Indicação nosso Paulo Freire.
Pedagogia da Libertação relacionada com a visão de mundo e de sujeito.
Categorias: conscientização política.
Contribuições:
1. educação popular como teoria da educação- concepção de educação
2. um modo de fazer foi com alfabetização de adultos; conscientização política de jovens e adultos operários.
3. Influenciou com sua prática movimentos populares como os das CEBs - Comunidades Eclesiais de Base.
Não existe uma educação neutra: toda a educação é, em si, política.

FREIRE –
1. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1967.
2. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1970.
3. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1971.
4. Ação cultural para a liberdade e outros escritos. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.
5. Cartas à Guiné-Bissau. Registros de uma experiência em processo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
6. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
7. Conscientização: teoria e prática da libertação, uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo : Moraes, 1980.

8. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1982.

9. A Educação na cidade. São Paulo: Cortez, 1991.

10. Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1992.

11. Política e educação. São Paulo: Cortez, 1993.

12. Professora sim, Tia não: Cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Olho D’Água, 1993.

13. Cartas a Cristina. São Paulo: Paz e Terra, 1994.

14. À sombra desta Mangueira. São Paulo: Olho D’Água, 1995.

15. Pedagogia da autonomia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.

16. Pedagogia da Indignação: Cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Editora UNESP,2000.

17. Educação e atualidade brasileira. São Paulo : Cortez/IPF, 2001.
Leituras: todas são ótimas.
Esse é excelente!
FREIRE, P. (2000). Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. Ed. UNESP.
PEDAGOGIA DA LIBERTAÇÃO EM PAULO FREIRE

AUTOR(ES):

FREIRE, ANA MARIA ARAUJO - OLIVEIRA, IVANILDE APOLUCENO DE - MACHADO, ROBERTO LUIZ (Orgs.)

TRADUTOR(ES):
KLAUSS B. GERHARDT - DIANA DE S. PEREIRA - MIRIAM X. DE OLIVEIRA
SUMÁRIO:
Apresentação
Ana Maria Araújo Freire

Parte 1
Olhares sobre a pedagogia da libertação
1 A Pedagogia do oprimido: clandestina e universal
Alípio Márcio Dias Casali ( esse autor é ótimo)

2 Sobre a Pedagogia do oprimido
Ana Mae Barbosa

3 A Pedagogia do oprimido de Paulo Freire
Ana Maria Araújo Freire ( esposa)

4 Pedagogia como currículo da práxis
Antonio Fernando Gouvêa da Silva ( deve ser ótimo)

5 Aproximando-me
Arantxa Ugartetxea

6 Pedagogia do oprimido: um projeto coletivo
Balduíno antonio Andreola ( olha quem???)

7 Paulo Freire: memórias como narrações compartilhadas
Célia Linhares

8 Uma pedagogia do (outro) descobrimento
Danilo R. Streck (ótimo)

9 A pedagogia antimétodo: uma perspectiva freireana
Donaldo Macedo

10 A atualidade de Freire nos cursos de Pedagogia
Fábio Manzani Camargo(ótimo)

11 Paulo Freire, ética e teologia da libertação
Frei Carlos Josaphat, OP(ótimo)

12 Paulo Freire: algumas idéias sobre a razão na solidariedade
Gottfried Mergner(ótimo)

13 Por uma pedagogia do excluído: reflexões de um velho professor
Gustavo F. J. Cirigliano(ótimo)

14 Os postulados de Freire e os direitos da criança
Hans-Martin Große-Oetringhaus

15 Educação libertadora e globalização
Heinz-Peter Gerhardt (ótimo)

16 Recordando o legado da Pedagogia do oprimido
Henry A. Giroux (ótimo)

17 A experiência educativa popular freireana do Proalto
Ivanilde Apoluceno de Oliveira

18 Uma pedagogia da esperança ou trinta anos depois da Pedagogia do oprimido de Paulo
Freire
Joachim Dabisch

19 A Pedagogia do oprimido na Alemanha
Joachim Schroeder

20 A Pedagogia do oprimido e o papel central desempenhado por Paulo Freire em minha vida
Joe L. Kincheloe

21 Paulo Freire, um clássico
Mário Sérgio Cortella

22 Reflexões sobre a Pedagogia do oprimido de Paulo Freire
Maxine Greene

23 Aspectos semânticos e pragmáticos da pedagogia de Paulo Freire
Manfred Peters (ótimo)

24 Paulo Freire em tempos de exclusão
Miguel G. Arroyo (ótimo)

25 Paulo Freire: aspectos de seu humanismo radical
Paulo de Tarso Santos

26 Reflexões sobre a construção da Pedagogia do oprimido
Paulo Rosas

27 Uma pedagogia da possibilidade: reflexões sobre a política educacional de Paulo Freire. In memoriam Paulo Freire
Peter McLaren (ótimo)

28 O amor na pedagogia de Paulo Freire
Peter Park (ótimo)

29 Por que Paulo é o principal pedagogo na atual sociedade da informação?
Ramón Flecha

30 Considerações sobre a Pedagogia do oprimido
Renate Nestvogel

31 Trinta anos de Pedagogia do oprimido
Renate Zwicker-Pelzer

32 Um olhar freireano sobre a universidade, a licenciatura e o currículo
Roberto Luiz Machado (ótimo)

33 Os múltiplos Paulo Freire
Rosa María Torres (ótimo) Ela é ótima

34 O diálogo como prática pedagógica contribuindo para a superação da indisciplina escolar
Rosana Aparecida Argento Rebelo

35 Perspectivas de libertação? Da possibilidade de conexão da educação para a libertação nos dias de hoje (ótimo)
Simone Fuoss

36 Uma análise da Pedagogia do oprimido
Shirley R. Steinberg

37 Parceria: os perigos da educação (com)partilhada (ótimo)
Solange Salussolia Vaini

38 Comunicação e cultura no fim do século XX: a atualidade de Paulo Freire
Venício A. de Lima





OUTROS...

GUARESCHI, P. (2009). Representações em Movimento: Psicologia do Ativismo Político. Porto Alegre: EDIPUCRS (no prelo) ESSE autor é ótimo, tem no dicionário Paulo freire um artigo publicado.

Arruda, Marcos (1988). Sugestões para um movimento de educação popular nos municípios na perspectiva da práxis. Rio de Janeiro : PACS.

Dussel, Enrique D. Filosofía ética Latinoamericana: De la erótica a la pedagógica de la liberación. México, D.F.: Editorial Edicol; 1977.

Brandão, Carlos Rodrigues (ed.) Pesquisa participante. São Paulo, Brasiliense, 1981.
________. A questão política da educação popular. São Paulo, 1980.
________. Lutar com a palavra. Rio de Janeiro, Graal, 1982.
________. Pensar a prática. São Paulo, Edições Loyola, 1984.
________.. Saber e Ensinar. Campinas, Papirus, 1986.
Souza, Ana Inês (2000). A dimensão pedagógica da consulta popular. Monografia de especialização. Curitiba : UFPR.

Souza, Ana Inês/Grupo de Estudos em Paulo Freire da UFPR (Org.). Paulo Freire: vida e obra. São Paulo : Expressão Popular, 2001.

Souza, Ana Inês. Relação entre educação popular e movimentos sociais na perspectiva de militantes-educadores de Curitiba. Um balanço das décadas de 1980 e 1990 e os desafios da realidade atual. Dissertação de Mestrado em Educação e Trabalho. Curitiba : UFPR, 2003.


Esse autor é bom: Carlos Alberto Torres. GRAMSCI E A EDUCAÇÃO POPULAR NA AMÉRICA LATINA.

José Francisco de Melo Neto – Direitos Humanos.
MELO NETO, José Francisco de. Educação popular - uma ontologia. In: MELO
NETO, José Francisco de; SCOCUGLIA, Afonso Celso Caldeira (Orgs.) Educação Popular – outros caminhos. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2001. p. 31-74.

Barreiro, Júlio. Educação Popular e conscientização. Petrópolis, RJ : Vozes, 1982.

Gadotti, Moacir. Educação e compromisso. Campinas, Papirus, 1986.
________. Concepção dialética da educação. São Paulo, Cortez-Editoria Autores Associados, 1986.
________. Educação e poder. Introdução à pedagogia do conflito. São Paulo, Cortez-Editoria Autores Associados, 1983.
________. Escola cidadã. São Paulo, Cortez-Editoria Autores Associados, 1992.
________. Uma só escola para todos. Petrópolis. Vozes, 1990.
BEISIEGEL, Celso de Rui. Política e educação popular (A teoria e a prática de Paulo Freire no Brasil). Ensaios – 85. São Paulo: Editora Ática, 1992.